Crítica: Jogos Vorazes – A Esperança (Parte 1)

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Olá, geeks! Como estão?

Meu nome é Danilo Monteiro e estou estreando o “Filmando em Séries”. O nome dessa seção se refere a filmes e séries (duh!) e eu e minha companheira de 8-Geeks, Joana Rosa, vamos tentar explorar as diversas facetas do ambiente cinematográfico, através de críticas, notícias, análises de temporadas, entre outros.

Pra começar em grande estilo, escolhi falar do filme mais recente da trilogia escrita por Suzanne Collins: Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1.  Trata-se da continuação de Jogos Vorazes: Em Chamas (2013), portanto, esteja preparado para eventuais spoilers!

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Após os eventos dos 75º Jogos Vorazes, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) lida com os conflitos de ser a figura central da rebelião do 13º Distrito, representado na figura da presidente Coin (Julianne Moore), contra o governo tirano da Capital do terrível Coriolanus Snow (Donald Sutherland). Além disso, Katniss luta para salvar Peeta Mellark (Josh Hutcherson), que é mantido refém na capital, gerando conflitos em sua relação com o seu amigo de infância Gale Hawthorne (Liam Hemsworth).

As atuações do longa são pontuais e os personagens são bem construídos, tendo espaço até para os coadjuvantes terem seus momentos de brilho. Do lado dos rebeldes, os destaques ficam para Julianne Moore e para o saudoso Phillip Seymour-Hoffman, que constrói um personagem complexo e intrigante. Ainda é digna de nota a performance de Hutcherson, que dá vida a uma alquebrado Peeta, e de Liam Hemsworth como o soldado Gale.

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No entanto, a estrela do filme é a talentosa Jennifer Lawrence, que explora de forma delicada as diferentes nuances da forte Katniss. Isso se deve ao excelente roteiro escrito por Danny Strong e Peter Craig, que oferece boas oportunidades para o desenvolvimento dos personagens. Um exemplo disso é que ao contrário do livro, onde vemos tudo pela ótica da protagonista, o roteiro se volta para diferentes pontos de vista e há cenas interessantes mesmo sem a presença da protagonista. Outra decisão acertada foi trazer Effie Trinket (Elizabeth Banks) – um personagem que só aparece no final do livro – como alívio cômico.

Outro ponto positivo de A Esperança é a competente direção de Francis Lawrence, que consegue imprimir um tom sombrio para o filme e também alcança um bom equilíbrio entre as cenas dramáticas e as de ação. Por falar em ação, os efeitos visuais das cenas dos conflitos entre os distritos rebeldes e a Capital são de encher os olhos.

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Excelente continuação da consolidada franquia produzida pela Lionsgate e pela Color Force, Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 se mostra como entretenimento acima da média: boas atuações, roteiro eficiente, direção segura e, antes de tudo, como uma obra cinematográfica que respeita o desejo dos fãs, oferecendo cinema de qualidade.

Até a próxima crítica!

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Sobre Danilo C. Monteiro

Pessoense, estuda Jornalismo e é apaixonado pela sétima arte. Gosta de séries, anime, mangá, bons livros e boa música. Outra paixão é a escrita. Escreve porque acredita na força de uma boa história.
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2 respostas para Crítica: Jogos Vorazes – A Esperança (Parte 1)

  1. luiz disse:

    Sabe concordo com quase tudo da sua crítica. Mas creio eu que o que me surpreendeu foi Josh Hutcherson ao final do filme. Phillip Seymour Hoffman teve mais notoriedade no filme, tanto como Julianne Moore. De resto, o elenco do filme só fez sua parte, todos tiveram êxito encarnar os seus personagens e convenceram em seus papéis. A direção do filme foi algo mais serio e seguro, como você mesmo afirmou foi bastante competente por parte de Francis Lawrence. Por fim acho que o sua critica foi baste boa e você está de parabéns. Só achei que faltou vc dar a sua nota no final. Espero por mais críticas em breve.

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    • Danilo C. Monteiro disse:

      Olá, Luiz. As próximas críticas vão ter um sistema de notas. Obrigado por seu comentário e pelas sugestões.

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