Além do limiar

Uma vez um homem importante e bem inteligente escreveu que a imaginação é mais importante que o conhecimento. De fato.

Cruzamos um limar sempre que abrimos um novo livro, quando pregamos os olhos na tela e prestamos atenção nos primeiros minutos de um filme, ou uma série, ainda não vistos. Quando apertamos o botão do joystick, ou do teclado, para usar aquela skill roubada, tropeçamos num  fantástico vórtice que nos suga, incansável, para uma jornada bastante diferente do tão monótono dia a dia – somos sentidos, sentimentos, vigor, vida e poder, somos pele do próprio herói.

Um livro é uma janela. Abra-o e veja o passado, presente e, até mesmo, o futuro; é uma janela para a História e as estórias. A sétima arte é um primor moderno, e o inventado traz sentimentos bastante reais. Os videogames são uma sutil máquina de teletransporte. E há prazer em abraçar tais obras e, em comum, elas tem o poder de contar uma boa história.

“Imaginação é mais importante do que o conhecimento”. Einstein, você tem total razão! Do que seríamos sem imaginação? As histórias tem o poder surpreendente de mover o mundo, para o bem e, lamentavelmente, para o mal; elas são reais ou inventadas, ou a mistura dos dois – às vezes sabemos quando são um ou outro, outras vezes não.

A própria imaginação pode ser o valioso passe para o conhecimento e para a sabedoria; é um passo para a criação. Por fim, essas obras são a prova concreta de que os homens tem o poder mágico de encantar, entreter e inquietar, de imitar e escrever a própria realidade. São a prova do incrível poder de nos levar para um espaço além do mundo ordinário.

Imagination

Arte pelo deviantartist TheBluspicy

Albert Einstein escreveu: “Eu acredito na intuição e na inspiração. A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado, enquanto a imaginação abraça o mundo inteiro, estimulando o progresso, dando à luz à evolução”. Ele estava certo!

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Sobre Eldner Felipe

Pessoense, 18 anos, estudante (lerdo) de Jornalismo que queria ser um calango para resistir ao sol em João Pessoa, geminiano - como se isso importasse -, gosta de ler, jogar, escrever, inclusive fazer nada, e também dormir. Ênfase em fazer nada e dormir, por favor. Música? Rock, no geral, mas não é regra.
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